Vaidade feminina x esporte: acessórios esportivos a favor da vaidade feminina e onde encontrar produtos bacanas

As mulheres e a vaidade. Quem disse que para ser uma esportista profissional ou uma praticante de final de semana é preciso se desligar do

Meninas do clube Sopa de Pedra

Meninas do clube Sopa de Pedra

visual e virar uma gata borralheira? Elas escalam, correm e pedalam junto com os homens, em família, em grupos só de mulheres, fazem esforço e se arriscam no esporte, mas não abrem mão da vaidade.

Por baixo do capacete sempre pode haver um lenço charmoso e chamativo de grife, nos pés um tênis com tendência, nas unhas o esmalte da moda, e na boca um batom vermelho.

Quem gosta de bike sabe quanto de esforço é preciso para os desafios do ciclismo, mas garante que a vaidade pode sim estar presente. Aline Stochi é ciclista e participa do grupo Sopa de Pedra. É vaidosa assumida e, junto com as amigas de pedalada, procura sempre roupas e acessórios legais para vestir, e incrementar a sua bike. “As meninas gostam de seu cuidar, usar lenço, batom, a única coisa ruim são brincos, que atrapalham e enroscam“, diz ela.

No mercado já existem muitos acessórios esportivos para vender com tecnologia e um ‘tcham’ a mais. Elas buscam o Fashion, mas não abrem mão da qualidade, sempre dentro das normas de segurança.

Elas também gostam de facilidade e garantem que tudo pode ser comprado via internet. “Na net tem muito mais opção, muita coisa descolada e o preço pode ser bem mais em conta. Promoção é o que não falta”, diz Aline.

Então, o que as mulheres podem usar segundo a nossa ciclista:

– Roupa Fashion: as que valorizam as curvas. Existem modelos exclusivos pro corpo feminino: bermudas e camisetas. Pra fugir do total preto, cores alegres e rosa. Luvas e proteção para os braços também tem variações coloridas e estampas fashion à venda no mercado;

Capacete: colorido, com temas florais, com bolinhas. São um charme e destacam as mulheres no grupo;

– Batom com filtro solar e unhas pintadas, sempre.

– Cabelo: um lenço bacana, estampado. Para as meninas de cabelos longos a dica é sempre uma trança, para o cabelo não cair no rosto.

– Na bike: Um modelo de bike que seja de acordo com o esporte, é importante. Há modelos exclusivamente pro corpo feminino. O toque a mais fica por conta de uma buzina mais descolada; uma cestinha, e mochilas coloridas pra carregar todos esses acessórios e pertences.

Pesquisando na net sobre acessórios para esportistas, dá saber porque a net é fonte inspiradora e de consumo. A variedade é grande e dá pra gastar economizando. Dá pra optar por sites de compras coletivas, sites de busca por menor preço como o Submarino, (é o mais conhecido) ou Cupom Desconto de grandes marcas. Este último é cada dia mais usado pelos brasileiros, que descobriram poder pagar pelo produto e receber de volta parte do valor pago. Sim, é possível receber de volta e já são vários sites com este sistema. Um exemplo recente chama-se Poup, site que oferece Cupom Desconto para produtos Nike Store, Netshoes, e lojas do ramo como Centauro e Dafiti Sports. Sem contar lojas de acessórios eletrônicos como os relógios, cronômetros, fones de ouvido e capas pra celulares.

Enfim, o céu é o limite. É só escolher o esporte, entrar na net, buscar os equipamentos e entrar em forma sem perder o charme. Dicas não faltam.

 

Treino Longo – Caminho do Trentino

Pessoal, eu consegui!

Consegui completar minha primeira maratona neste treino de preparação para o Indomit Costa da Esmeralda.

Eu estou em evolução apressada no meu volume de longos devido a proximidade e pouco tempo de preparação específica para o Indomit. Após a Araçatuba Half Marathon(06/04), que iniciamos a preparação específica.

Concentramos nossos longos para os sábados no percurso do Caminho do Trentino no munícipio de Piraquara-PR:

12/04 – 19K – http://connect.garmin.com/activity/479603260

19/04 – 30K – http://connect.garmin.com/activity/482817961

26/04 – 42,36K – http://connect.garmin.com/activity/487785866

Desde o início do treino, eu já sabia que seria difícil, assim demos início ao treino no circuito de 14K.

Terminei a primeira volta tranquilo, sem dores.

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No final da segunda volta, eu já sentia o peso das pernas e algumas dores de esforço prolongado. Pra ser sincero… já estava doendo pra kawaka hahahaha

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Mas desde o início eu sabia que seria difícil e queria trabalhar o psicológico para lidar com essas dores, então iniciamos a terceira volta. Nesta terceira volta, corri do km 28 ao 31 tranquilo, sem sentira tanto as dores, mas aí elas começaram a incomodar novamente. Para piorar, as panturrilhas começaram queimar, parecendo ser um princípio de câimbras. A partir daí que começou a batalha psicológica. O corpo pedindo para eu parar, e eu tentando manter firme. Na verdade, o que me salvou, foram meus amigos, que me incentivaram e me acompanharam por toda a ultima volta não deixando eu desanimar.

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Semana que vem, vai ter treino pior. Vai ser Castelhanos + Perdidos: 45Km com mais de 2000m de elevação positiva. Vai ser mais um treino psicológico de preparação para o Indomit. Até lá!

 

Run2B…Indomit!

Quem tem medo de correr na rua?

Boas dicas da amiga do @corremulher

Valeu carla 🙂

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Volte e meia ouço alguma amiga comentando que “queria tanto correr” mas não consegue pois não tem nenhum parque perto de casa. Outras correm apenas na esteira, quando queriam treinar no asfalto… O motivo? Medo de correr na rua.

Não vou dizer que a violência não existe. Existe, sim. Nem vou dizer que nunca nenhum corredor foi atropelado… Não vou dizer que o medo é besteira. Não é.

Eu mesma, quando comecei a correr, travava de medo ao pensar em sair à noite e só cogitava treinar em parque, mesmo de dia.

Hoje, no entanto, acho que a “coragem”  foi um dos efeitos colaterais que a corrida me trouxe.  Acredito que com o hábito e alguns cuidados básicos, a gente consegue se virar mesmo sendo mulher, mesmo correndo sozinha, mesmo muito cedo ou à noite…

A seguir, então, algumas dicas que, embora pareçam bobinhas, serviram para mim e podem, quem sabe…

Ver o post original 633 mais palavras

1a Trail Night Run – Castelhanos 09/03/2014

Esse foi o nossa primeiro treino noturno em 09/03/2014, com organização do nosso grupo de corrida de montanha do facebook/whatsapp.

Como alguns do grupo irão participar nas distâncias de 84 e 100km da Indomit Costa da Esmeralda, resolveram se preparar para correr na escuridão, pois suas largadas serão na madrugada do dia 17/5/2014. Eu como sou iniciante, vou largar as 8hs com a galera do 50k.

O treino foi duro, mas a sensação de correr a noite é bem diferente. Nossos treinos por ali geralmente são de dia, e o trecho da subidona de cerca de 9K judia demais.

No treino noturno foi diferente. Acho que fizemos a subida no melhor tempo rsrs. Acho que o fato de não enxergarmos a subida pela frente ajudou psicologicamente.

 

 

Nunca subimos tão rápido. Rolou a brincadeira de que se a onça pintasse, o importante era não ser o mais lento da turma hahahaha

Confiram o que o garmin registrou:
http://connect.garmin.com/activity/458287789

Run2B… Fast

TRC Araçatuba Half Marathon 2014

Tirando o atraso para variar um pouco né galera!

Neste 06/04/2014 aconteceu a meia maratona mais dificil do Brasil: Araçatuba Half MArathon. Foram 21Km com quase 1460m de desnível positivo, ou seja, não é para qualquer um. Senti isso na pele, sofri muito!

Diferentemente da 1a Etapa da Naventura em Sao Luiz do Purunã, que fiz em ritmo de treino, pretendia correr esta no limite, tentando me sair o melhor possível. Então parti para a largada com um pensamento só: correr no limite.

Contagem regressiva: 5, 4, 3, 2, 1… E largamos forte, e logo começou a subida e vamos lá, só que senti que saí forte demais, e após uns 400m de subida fortíssima, tive que parar para respirar, alguns amigos passaram por mim perguntando se estava tudo bem, e resolvi caminhar um pouco. Logo encontrei o seu Luiz parado pegando um pouco de fôlego. Parei ali com ele e conversamos um pouco, o teor da conversa: Estávamos quebrados!

Dali em diante foi muita subida e muito sofrimento, em parceria com seu Luiz até ali pelo km 6, então começou uma descida forte onde consegui voltar a correr. Ali foi legal, pois enquanto descia encontrei alguns amigos voltando, pois esta descida ia até uma casinha como posto de controle e voltava pelo mesmo caminho: subidona. Na parada do posto de controle marcava aproximadamente o km 9. Parei para tomar um pouco de coca cola, e tirei umas pedras do tênis.

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Então comecei a subida da volta, corria um pouquinho e andava um montão, e por ali fechei parceria com um novo amigo o Eloyr. E assim foi até aproximadamente o km 12. Nesse ponto o bicho pegou, a subida conseguiu ficar mais difícil, só andava e em alguns pontos encontrava a galera fazendo paradas para tomar fôlego, e também parei em alguns pontos. O Eloyr, muito camarada também parou para respirar e fazer uns vídeos. Olha só o vídeo que ele fez: Vc vai ver que as paradas de folego, faziam aproveitar bastante a vista que tínhamos a disposição…

Seguimos assim até o cume, perto do km 15. Sentei um pouco, tomei um gel, uma água e alonguei um pouco.

Depois de alguns minutos, começamos a descida. E após uns 500m senti um mal estar e tive que sentar. O Eloyr parou para me esperar preocupado comigo, mas pedi para ele continuar, e fiquei ali descansando um pouco. Acho que minha pressão caiu 😦 Tomei uma cápsula de sal e esperei alguns minutos e resolvi correr de leve. Senti que estava melhor, então segui correndo leve, mas a descida começou a ficar pesada e com bastante barro. O que estava difícil ficou pior. Meu joelho começou a doer.

Logo encontrei um ponto com staff, então sentei um pouco e fiquei conversando com eles. Staff não tem vida fácil, estavam por ali desde cedo. Tiveram que encarar o subidão na caminhada em um horário que o frio ainda pegava. Tiro o chapéu para essa galera, e pretendo participar de uma prova como staff em breve 🙂

Resolvi voltar a corer bem de leve cuidando bastante com as descidas. Adaptei minha pisada para não forçar o joelho, ou seja, manquei um pouco rsrs E assim segui por cerca de 1 quilometro, quando percebi que meu joelho não doía como antes, apenas sentia um leve incômodo. Então soquei a bota e comecei a passar algumas pessoas. Quando faltava cerca de 1 km encontrei o Guilherme, amigo de treino. Ele estava caminhando, cansado… PEdi para ele me acompanhar porque faltava pouco, e assim fomos juntos.

Seguimos passando algumas pessoas e fui chamando a galera para acompanhar porque faltava pouco, e quando vi corríamos em um pelotão de uns 6 quebrados hahahahha

Soquei a bota até a linha de chegada e por lá me sentei e me acalmei. Muita alegria na chegada desta prova que foi muito difícil para mim. Recomendo a todos.

Fechei 4:26′

Meta para 2015: sub 4hs

Olha o que meu garmin registrou:

Split
Time
Distance
Avg Pace
Summary 4:26:13.2 22,68 11:44
1 8:18.2 1,00 8:18
2 20:56.8 1,00 20:56
3 13:03.7 1,00 13:04
4 10:49.3 1,00 10:49
5 8:20.7 1,00 8:21
6 8:57.9 1,00 8:58
7 6:29.1 1,00 6:29
8 6:07.5 1,00 6:08
9 11:13.1 1,00 11:13
10 15:53.3 1,00 15:53
11 12:18.5 1,00 12:19
12 10:11.6 1,00 10:12
13 10:51.6 1,00 10:51
14 18:57.4 1,00 18:58
15 27:42.0 1,00 27:41
16 18:09.9 1,00 18:09
17 8:52.2 1,00 8:52
18 6:49.6 1,00 6:50
19 8:10.5 1,00 8:10
20 11:06.1 1,00 11:06
21 8:15.1 1,00 8:15
22 8:32.0 1,00 8:32
23 6:07.0 0,68 8:56

http://connect.garmin.com/activity/479603254

Confesso que fiquei bastante decepcionado com meu desempenho na prova. Sofri muito e pensei bastante sobre meus treinos e sobre a estratégia na prova. Cheguei a pensar em desistir da próxima prova por causa das dores no joelho. Mas chega de mimimi. A deprê pós prova passou e tive bastante apoio dos amigos da corrida de montanha. Agradeço aos amigos do grupo zapzap(whatsapp) da montanha, muita parceria e incentivo.

Não desisti, e agora a preparação começa para a próxima: Indomit Costa da Esmeralda 50K

Essa prova promete muito. Depois conversamos um pouco sobre ela 🙂

Run2B… Strong

Naventura Trail Race – São Luiz do Purunã 23/03/2014

Dia 23/03/2014 foi dia de acordar mais cedo que o normal. Correr no mato é um dos poucos motivos que me fazem acordar tão cedo. No primeiro toque do alarme, eu já levanto, sem precisar utilizar a função soneca.

Já tinha preparado tudo na noite anterior, então só faltavam os detalhes do dia. Tudo pronto? Partiu 1a Etapa do circuito Naventura Trail Race Estância Águas da Serra!

Consegui chegar cedo por lá, conversar com os amigos da montanha, me aquecer, e largar.

Tinha em mente que estava treinando forte todos os fim de semanas, e meu alvo é a Indomit Costa da Esmeralda 50K, então a idéia era não forçar, e manter ritmo de treino. E com este pensamento na cabeça, não forcei. Logo na largada, meus amigos todos se distanciaram, e eu consegui manter meu ritmo de treino.

Logo no começo da corrida, já encaramos uma subidinha básica em estrada de terra, passei alguns que estavam andando, mas resolvi andar um pouco pra não forçar.

Ai pelo Km 4, eu estava andando em uma subida, e no sentido contrário, o pessoal que disputava o Metropolitano de Mountain Bike(mesmo dia e local), estava descendo correndo bem rápido. Tornando o trecho bastante perigoso. Eu fui pelo cantinho, e ainda tive que escutar uns ciclistas reclamando de nós para mudar de lado, ou coisas do tipo. Eu sou ciclista e respeito muito o pedestre, não paro na faixa de pedestre, respeito o semáforo. Vc já reparou quantos ciclista param para respeitar a faixa de pedestre? Mesmo eu sendo ciclista, fico P da vida com a maioria dos ciclistas. A maioria dos ciclistas reclama dos carros, mas não respeita os pedestres. Tenho posts anteriores relatando treinos que quase fui atropelado por bicicleta 😛

Voltando a corrida, ela foi uma prova que eu pude curtir bastante. Como eu não corri no meu limite, não sofri durante a prova. Não forcei muito nas subidas, não forcei tanto nas descidas, e pude aproveitar a prova:

Nos 3 últimos kms passei alguns atletas que estavam quebrando, e ofereci gel, gatorade e água. Logo depois chegou outros corredores e ofereceram mais água, banana seca, etcetc. Eles aceitaram e reclamaram pela falta de pontos de hidratação. Isso é uma coisa legal no pessoal das corridas de montanha(trail running), a gente se ajuda 🙂

Eu aprendi logo na minha primeira prova de montanha(k21 curitiba 2013), que é importante correr com uma mochila de hidratação. Mesmo que tenha ponto de hidrataçao a cada 3km, pode ser um trecho ultra mega dificil, fazendo um ritmo de 30’00”/km, e aí um sistema de hidratação pode fazer falta.

Apenas na chegada que eu senti bastante cãibras, mas cruzando o pórtico de chegada, sentei em um banquinho, fiz uns alongamentos e tudo ficou bem.

A próxima vai ser a Araçatuba Half Marathon no dia 06/042014, e lá o bichinho vai pegar. O ritmo nao vai ser de treino, vai ser forte dentro das minhas limitações rsrsr

Até lá!