X Revezamento Volta de São Francisco 2013 – Fotos e Vídeos

Neste sábado 14/09/2013, tive a satisfação de participar do X Revezamento Volta de São Francisco. Também conhecida como Volta à ilha de São Chico, por muitos considerada uma prova mais bela do que a Volta à ilha de Florianópolis. Como eu nunca fiz a de Floripa, não posso opinar, mas garanto que as pessoas que me falaram isso são confiáveis.

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Esta prova não estava no meu planejamento, mas minha treinadora Vanessa da BPM Assessoria Esportiva me convidou a participar em uma das equipes que eles estavam organizando. Eu tive que pensar um pouco, mas acabei aceitando, levando em conta que neste segundo semestre não quero me estressar com performance no asfalto. Como a ideia é curtir provas diferentes, esta caiu como uma luva. Mas curtir, não quer dizer que não vai ter sofrimento rsrs

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Se quiser conferir mais detalhes da prova:

http://www.travessias.com/new/corrida/2013/index.asp

Abaixo os trechos em que ocorriam as transições:

seção

Local

Dist.

Dist. Acumulada

1

Largada –  Ao Lado do Mercado Public- – paralelepípedo, estrada de chão, asfalto

9,1km

2

SC – Polícia Rodoviária – asfalto em todo o percurso

8,2km

8,2km

3

Saída do Capri – estrada de chão em todo o percurso

4,7km

17,3km

4

Capri – praia, areia firme, travessia de rio

5,5km

22km

5

 Forte – asfalto, estrada de chão e paralelepípedo

4,4km

27,5km

6

Praia Ubatuba – final – praia, areia firme, travessia de rio

5,3km

31,9km

7

Praia da Enseada – 0,9km calçamento, 160 degraus em subida e 1,7km trilha, 800m Calçamento

2,8km

37,2km

8

Final Praia Grande – praia, areia fofa

7,0km

40,0km

9

 Praia Grande – praia, areia fofa

7,0km

47,0km

10

Praia do Ervinio 2 – praia, areia fofa

6,9km

54,0km

11

 Praia do Ervino 1 – estrada de chão em todo o percurso

6,7km

60,9km

12

Igreja Gamboa – estrada de chão em todo o percurso

7,1km

67,6km

13

 BR 280 – estrada de chão em todo o percurso

5,9km

74,7km

14

Escola F. Correa – estrada de chão, asfalto e paralelepipedo

5,1km

80,6km

15

BR 280 – 200m antes da BR – asfalto e paralelepípedo

4,3km

85,7km

CHEGADA

90km

A prova foi bem organizada, e as largadas foram em ondas, de acordo com o ritmo previsto no momento da inscrição. Quanto mais rápido o seu ritmo, mais tarde seria a largada. isso mesmo, os mais lentos largaram as 7:20, e o nosso trio largou as 8:20.

É…. encaramos a prova em trio. Eu sabia que seria cansativo, mas foi bem mais do que imaginei hehehehe

Aí na foto, o casal Paulo e a Pâmela. A Pâmela foi nossa motorista, e fez toda diferença porque aproveitamos para descansar bastante sem preocupação com a direção.

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Fiz o meu primeiro vídeo editando no programinha da goPro:

Como foram 90Km em trio, cada corredor ficava responsável por 5 trechos:

Corredor 1 Paulo: 1, 4, 7, 10, 13

Corredor 2 Fernando: 2, 5, 8, 11, 14

Corredor 3 fabiojapa: 3, 6,9, 12, 15

Como eu aceitei o desafio faltando 3 semanas para me preparar, pedi para ser o corredor 3 porque era o de menor percurso: 28,14 Km

O trecho 6 foi muito legal por que tive que atravessar rio salgado(assista no vídeo), tentei nadar, mas não deu muito certo porque não sei nadar, então me agarrei à corda, e fui apoiado nela. Foi tenso porque me desgastou muito e gastei muita energia.

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O trecho 9 foi o mais difícil: 7Km correndo na areia fofa. Foi muito desgastante correr de tênis na areia fofa, e a partir do Km 3 tirei o tênis e corri descalço, me arrependi de não ter corrido descalço desde o início.

O trecho 12 me matou. Eu e minha equipe achávamos que era de 5Km, então a equipe seguiu direto para a transição, sem ficar no meio do trecho para dar água… Só que eram 7Km em estrada de terra com muito sol, sem nenhuma sombra. Minhas pernas estavam muito judiadas por causa do trecho 9, e eu estava sentindo calor, muito calor. Por sorte uma equipe parou e me deu água, então segui, mas o cansaço foi demais. Tive que parar para andar. Tive que parar de andar… Então outra equipe parou, conversou um pouco comigo, me deu água. Ficou muito grato às outras equipes que pararam para me ajudar. Consegui retomar e segui em frente correndo de leve. Fechei este trecho com um pace médio de uns 6’30”/Km. considerando o perrengue… até que foi bom…

O trecho 15 era o último. Eu estava muito, mas muito cansado. Tomei dois carbos(gel), bastante água, suco. E mentalizei, vou de leve, mas no limite hehehehehe. Foi o que fiz… Era um pedaço com algumas sombras, com asfalto e no final paralelepipedo pelo centro histórico de São Francisco do Sul. Nos últimos 300m meus companheiros de equipe me acompanharam e cruzamos a linha de chegada juntos.

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Tivemos três falhas técnicas:

– Em um trecho paramos para dar água para o Paulo, e esperamos por uns 10mins e nada… Pegamos o carro e partimos para a transição e ele estava lá esperando fazia 8mins. O cara foi mais rápido que o carro!!!

– Em uma transição, o Fernando saiu correndo pela estrada de terra, e nós seguimos de carro por ali, mas percebemos que não havia nenhum carro e nenhum corredor por ali. Putzzzz….. pegamos caminho errado…. Meia volta(180°) e voltamos tudo de novo até a transição. Ao invés de pegar a estrada de terra, tinha que pegar a estrada em reforma…. Putzzzzz

– Em um certo momento, um dos corredores teve que correr pro mato, mas não tinha papel higiênico. Usou a cueca da Tommy hilfigher hahhaha

É isso aí. Este segundo semestre eu não quero me estressar e sofrer tanto com performance. Só quero curtir.

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Nesta prova eu fui pra curtir. Sofri muito. Muito mesmo! Mas eu curti tudo e quero mais.  Já tenho a próxima por vir no início de outubro, mas isso eu conto em outro post.

Agradecimento super especial aos parceiros de equipe: Fernando, Paulo e Pâmela. Foram parceiros de verdade dando muito apoio e incentivando em todos os momentos difíceis. Ano que vêm tem mais hein 🙂

Agradeço também aos meus treinadores: Vanessa Cabrini e Marcelo Verderoce Vieira por todo planejamento em meus treinos e incentivos para conseguir superar minhas metas com sobra 🙂

Treino de Montanha BPM – Morro dos Perdidos

Neste domingo(01/09/2013) a assessoria esportiva BPM promoveu um treino de montanha como preparação para as provas longas ou de montanha deste segundo semestre. Fiquei sabendo de ultima hora e não poderia participar por causa do trabalho. Mas depois de pensar bastante, vi que tinha que dar um jeito, fiz uns ajustes no trabalho para poder ficar livre no domingo de manhã e consegui ir.

Domingo, 4:45 da madruga, com um pouco de dificuldade consegui acordar, dei um beijo de bom dia na minha esposa, e ela reclamou: “Deixa eu dormir!” rsrs

Ali pelas 6:05 já estávamos partindo de nosso ponto de encontro, em direção ao Morro dos Perdidos, que fica em Guaratuba-PR. O trajeto foi pela BR-376 em direção a Joinville-SC, e fizemos este percurso em pouco mais de 1 hora.

Chegando lá, deixamos o carro em uma chácara ali no pé do morro, e pude sentir o frio que fazia naquela manhã que prometia um tempo muito bonito. Como vi que a previsão era de tempo quente, aguentei o frio matinal e parti pro aquecimento sem blusa mesmo, e já partimos para a subida do Morro.

A subida começou tranquila, e percebi que seria por uma estrada de terra, então seria menos difícil do que se fosse por trilha. Tivemos a companhia de dois cachorrinhos que mostraram um bom preparo e ditaram o ritmo na subida. Aliás, cada um fez o seu ritmo, e eu subi a maior parte do tempo sozinho. Só via na minha frente dois em um ritmo parecido com o meu, mas a uma certa distância que abriram no início do treino. Ah…via também os dois cachorrinhos lá na frente.

Em certo momento, vi um atleta já fazendo a descida. Esse cara é monstro! Subiu, desceu até a metade, e subiu novamente chegando antes que todos na segunda vez que subiu. Fiquei espantado.

Enquanto continuava minha subida, alternando caminhada e corrida leve, fui diminuindo a distância para os dois a minha frente, e quando começávamos a chegar no pico, alcancei os dois, mas faltava um pouco para atingir minha meta: Ultrapassar os dois cachorrinhos hahahahhaa. Mas fui persistente e faltando poucos metros do final passei os cachorrinhos! Quase 6K de subida!

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Troquei uma idéias rápida com os dois colegas que chegaram logo depois, e já iniciei minha descida em ritmo bastante forte, mas ao passar pelo pessoal, me chamaram para voltar para tirarmos foto da equipe. Foi dificil, pensei umas quatro vezes, mas voltei…rsrs Já tinha descido uns 500m, mas vamos lá subir novamente para as fotos. Sou japa e gosto de fotos né.

Tiramos algumas fotos, 10mins de papo, e chega a hora da descida.

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Na descida eu sentei a bota, e mantive um ritmo de 4’20”/Km por boa parte, mas ali pelo ultimo Km comecei a sentir cãibras, e tive q maneirar um pouco 5’00”/Km, mas consegui terminar o treino. A verdade é que já se passaram 2 dias, e ainda estou bastante dolorido. Será que passa? rsrs Claro que passa. Este treino era o que eu estava precisando. Me mepolguei tanto, que já me inscrevi para a 3a. Etapa de Corrida em Montanha da Naventura que acontecerá dia 08/09/2013. Viva!

Ah… Pude estrear a minha goPro, e fiz alguns videozinhos. Estão toscos porque estou aprendendo a usar, mas quem quiser conferir:

Treinador analisa percurso da São Silvestre 2012

Como seria bom se tivessemos uma análise deste tipo em todas as provas.

Li este artigono webrun e achei perfeito.

Treinador analisa percurso da São Silvestre 2012

Por Prof. Nelson Evêncio | 11/12/2012 – Atualizada às 07:30

 

Subida da Brigadeiro continua sendo um desafio

Subida da Brigadeiro continua sendo um desafio
Foto: Alexandre Koda/ http://www.webrun.com.br

Depois de muitos protestos e reclamações na edição passada, a 88ª Corrida de São Silvestre volta a ter a chegada na Paulista, e apresenta algumas mudanças em seu percurso, além do horário, que pela primeira vez passou para a parte da manhã. Madrugamos em um domingo, fizemos o percurso com o pessoal do jornal Folha de São Paulo e abaixo segue um resumo dos principais pontos da prova, além de algumas dicas importantes que poderão colaborar com seu desempenho.

Largada: Tradicionalmente em frente ao monumental MASP (Museu de Artes de São Paulo), este ano o site da organização divulga que a largada será nas proximidades da Alameda Ministro Azevedo, alguns metros à frente. Como a largada não será ampliada para duas vias e nem será dada em ondas, com a maior quantidade de inscritos – a organização espera cerca de 25.000 – ficará ainda mais difícil correr, caso você não largue nos pelotões de elite.

Se chegar cedo para pegar um bom lugar ficará ali espremido por muito tempo e certamente terá sua prova comprometida. O negócio é sair lá atrás, relaxar e correr mais para curtir a prova, sem muita preocupação de tempo. Caso saia nos pelotões de elite, recomendamos que aqueça bem e treine para sair forte, pois a multidão sai desenfreada e poderá te atropelar. Pelos mesmos motivos, procure largar mais pelas laterais e não pelo meio, onde mais gente fica concentrada.

Primeiro km: Após 500 metros de reta, o corredor já encontrará o Túnel José Roberto Fanganiello Melhem, com leve descida – a 1.a do percurso – e em seguida leve subida. Até ali a massa estará caminhando ou trotando muito leve, dado a grande quantidade de participantes. Não se preocupe com o tempo nesse momento da prova, pois realmente, nessas condições, será muito difícil correr. Já os corredores de elite e mais experientes poderão até acelerar e ganhar alguns preciosos segundos, sabendo que em seguida haverá descidas longas e a possibilidade de recuperar o fôlego.

Segunda descida: Seguindo a Av. Dr. Arnaldo, com cerca de 1.100 metros de prova, em frente ao Hospital Emílio Ribas, haverá uma curva à direita e a grande e íngreme descida da Rua Major Natanael. É sem dúvida um dos pontos mais arriscados e polêmicos da prova, onde o ritmo deverá ser muito controlado e consciente.

É possível que o fluxo da massa já esteja melhor, mas ainda não valerá a pena querer correr forte e tentar recuperar o tempo perdido, pois o corredor poderá se machucar e ou comprometer o restante da prova. Procure inclinar um pouco o tronco para trás e amortecer mais com os calcanhares, poupando bem seus joelhos e evitando queda para frente. Caso esteja chovendo o cuidado deverá ser dobrado.

Terceira descida: Passada a Major Natanael, esse ano o percurso irá pelo lado direito do famoso Estádio do Pacaembu e o corredor encontrará mais uma descida bem íngreme pelo caminho. A técnica e a preocupação deve ser a mesma. Nada de tentar correr forte, pois a prova ainda estará no começo.

Imagino que a maioria dos atletas de elite passará em ritmo forte, mas mesmo estando bem preparados, alguns também poderão pagar o preço mais para frente, pois o ditado “ para baixo todo santo ajuda” é um grande engano.

Encontrando seu ritmo: Finalmente passamos o estádio e seguimos no sentido centro da cidade, com leve inclinação da Pacaembu. Com três quilômetros de prova e melhor fluxo, já dará para ter uma noção de como realmente estará seu corpo no dia. Momento de finalmente começar a correr em seu ritmo.

Mudanças: Seguindo a Pacaembu por cerca de mais dois quilômetros, haverá uma entrada à direita, na Rua Margarida, em seguida a Alameda Olga, onde há uma segunda subida acentuada de aproximadamente 300 metros. Esta será uma das mudanças do percurso, seguindo por mais quatro ruas e avenidas novas: Tagipuru, Fuad Naufel (quinta descida), Auro Soares e Mario de Andrade para passar em frente ao Memorial da América Latina. Ao atravessar a Pacaembu, seguir uns 200 metros em frente e retornar novamente a Pacaembu, estando com cerca de seis quilômetros de prova.

Terceira subida e sexta descida: Viaduto Pacaembú com subida curta, mas considerável e a céu aberto e logo em seguida descida na altura de 6.200 metros de prova. Dá para tentar subir mais rápido e em seguida recuperar o fôlego na descida. Seguindo então pelas avenidas Dr. Abraão Ribeiro, Marquês de São Vicente e Rua Norma Pieruccini Giannotti, que são planas, porém totalmente desprovidas de sombra.

Quarta subida e ponto bem crítico: Viaduto Eng. Orlando Murgel – Muito se falou da subida da Brigadeiro, mas acreditamos que este seja um dos pontos mais difíceis da prova. Ele começa bem no quilômetro oito, com uma elevada subida e sem qualquer tipo de sombra, salvo se o tempo estiver nublado.

Em algumas edições, os vencedores da prova começaram destacar-se dos demais por ali. É um ponto onde o corredor deve agora inclinar o tronco mais à frente, pisar mais com a parte anterior dos pés, movimentar mais os braços e procurar não olhar muito para frente, para não se assustar com a inclinação.

Para muita gente a corrida é comprometida ou até mesmo termina por ali. Passada a subida vem uma descida leve (sétima), e em seguida uma leve subida, que seria a quinta da prova, para depois entrar na Av. Rio Branco, ponto também longo e plano.

Mais novidades no percurso: Av. Duque de Caxias, pista da direita (no contra fluxo), como ocorria nas edições anteriores à de 2011; a Av. São João, em um trecho inédito, e o Largo do Arouche, completando dez quilômetros ou dois terços da prova.

Av. Vieira de Carvalho, sentido Bairro, Praça da Republica, contornada pelo lado de trás, Av. Ipiranga (no contra fluxo) e novamente a Av. São João ( também no contra fluxo) passando pelos pontos antigos do Largo do Paysandu, Rua Conselheiro Crispiniano(sexta subida), Praça Ramos de Azevedo, o tão belo Teatro Municipal, Viaduto do Chá e Rua Líbero Badaró.

Mais subida na prova: Com cerca de 12,5 quilômetros de prova passa-se pelo Largo São Francisco, ponto onde há também uma íngreme subida, que será a sétima do percurso e última antes da temida Brigadeiro. Vale fazer um pouco mais de esforço para subi-la, pois bem em seguida haverá um trecho plano e uma leve descida (oitava), onde o corredor poderá se recuperar, organizar suas forças e concentrar para finalmente começar a subir a Brigadeiro Luis Antônio.

Av. Brig. Luís Antônio, oitava e última subida: Praticamente dois quilômetros de subida, porém com bastante sombra e muita gente incentivando no percurso. Aqueles que costumam treinar subidas, dê preferência no final dos treinos, e que se pouparem mais durante a prova, provavelmente tirarão de letra.

Mais uma vez vale inclinar o tronco a frente, pisar mais com a parte da frente dos pés, movimentar mais os braços, não olhar muito para cima, concentrar-se ao máximo ou receber o maravilhoso carinho e incentivo das pessoas. Ela é sim muito dura, principalmente no quilômetro 14, bem embaixo ao Viaduto 13 de Maio. Mas a garra, a determinação, as muitas sombras e o incentivo da população serão grandes aliados.

Chegada: Finalmente termina a subida aos 14.500 metros. Dali já será possível avistar a tão esperada curva da Avenida Paulista. Entra-se à direita como nos bons tempos (eu acreditava que a organização iria ceder à pressão) e corre-se os últimos 500 metros, passando triunfante em frente às arquibancadas, recebendo o imenso carinho da população para completar os 15 quilômetros, cruzar a tão almejada faixa de largada e comemorar muito!

Prof. Nelson Evêncio

Consultor Webrun da seção Dicas de Treinamento. Pós-Graduado em Treinamento Desportivo (CREF n.o 016048-SP), IAAF Nível 3 – CBAT n.o 525. Sócio-fundador e atual presidente da ATC (Associação de Treinadores de Corrida) e Titular da Nelson Evêncio Assessoria Esportiva.

Treinão coletivo

Hoje foi dia de treinão coletivo da equipe. Fui lá buscar as camisetas da equipe, conhecer o pessoal e participar. Foi um trote por uns 4km com filmagens e fotos da galera. Foi bem de leve porque amanhã é dia de prova da adidas em Curitiba: circuito das estações – etapa verão. Ano passado estava calor e minha pressão caiu durante a prova. Vamos ver como vai ser amanhã…rs

Ganhei minhas camisetas da equipe, saí nas fotos, tomei café da manhã e comprei um tênis novo para treinos de velocidade e para provas. É o Adidas Adizero Mana 7.

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Não vou usá-lo amanhã na prova, pois não devemos estreiar produtos novos em provas. Afinal de contas, não queremos ser surpreendidos por uma novidade desagradavel, pois um tênis fica melhor pra ser usado depois de amaciado. No inicio pode dar bolhas, machucar, etc.

É isso aí. Amanhã conto se consegui um sub 50′ nos 10k da adidas.

Run2b…..sub 50′

Assessoria esportiva

Poucos posts, muitas novidades.
Vou começar contando aos poucos.

A novidade que vou contar hoje é que contratei uma assessoria esportiva. Por enquanto não vou divulgar qual é, mas está me agradando. Eles estão planejando meus treinos, me enviando as planilhas. Isto não é novidade, mas a motivação é outra. Eu usava as planilhas dos sites o2 e runnersworld, e estas da assessoria tem mais a minha cara. Ponto positivo!

Amanhã vou buscar a camiseta da equipe e participar de um treinão coletivo. É um treino de confraternização, e vamos pegar leve porque domingo é dia de prova.
Outra vantagem da assessoria é a opção dos treinos coletivos. Quase todo dia tem treino coletivo, mudando o local do treino conforme o dia. Os dias que posso são segunda, quarta e sábado. Até agora só fui um dia, mas pretendo ir pelo menos uma vez por semana.

Procurei a assessoria por 2 motivos. O primeiro é que precisava de uma motivação, pois treinar sozinho estava desanimado as vezes. O segundo motivo é que esse ano consegui fazer 46’08” nos 10k em floripa 06/2012. Então minha próxima meta é um sub 45′ e de pois vai ser um sub 40′. São metas ousadas e preciso de ajuda para alcançá-las.

Eu chego lá.
Nos próximos posts, conto mais novidades, mas vou adiantar…tênis novo, equipamentos novos, esportes…temos assuntos para contar.

Run2b…..faster